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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Tyrannides
 Wetmore & Miller, 1926
Parvordem: Tyrannida
Família: Tyrannidae
 Vigors, 1825
Subfamília: Tyranninae
 Vigors, 1825
Espécie: G. aurantioatrocristatus

Nome Científico

Griseotyrannus aurantioatrocristatus
(d'Orbigny & Lafresnaye, 1837)

Nome em Inglês

Crowned Slaty Flycatcher


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Peitica-de-chapéu-preto

A peitica-de-chapéu-preto é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.

Seu nome científico significa: do (latim) griseus = cinza, gris; e tyrannus = gênero tyrannus de Lacépède(1799), pássaro rei; e do (latim) aurantius = cor de ouro, dourado, cor de laranja; e ater, atri = preto; e cistatus = com crista, com topete. ⇒ Tyrannideo cinza com crista preta e dourada ou pássaro rei cinza, com crista preta e amarela.

Também conhecido por bem-te-vi-cinza e mosquiteiro-cinzento. Recebia o nome científico de Empidonomus aurantioatrocristatus.

Características

Mede entre 17,5 e 18 centímetros de comprimento e pesa cerca de 27 gramas de peso.
No geral, apresenta o corpo todo cinza com a cabeça coberta com uma coroa preta e uma leve e rudimentar crista. Apresenta o píleo amarelo no centro da coroa escura que nem sempre é visível. A garganta, peito e ventre são cinza, mas apresentam a coloração mais clara do que a coloração do dorso. Os olhos negros são marcados por uma larga faixa escura lateral. O dorso é cinza claro. As asas são cinza amarronzadas com riscas brancas finas e suas penas rêmiges são escuras, quase pretas. O bico é preto, com o maxilar ligeiramente curvado para baixo. As pernas são finas de coloração cinza e preto.
A plumagem da fêmea e do macho são idênticas não apresentando dimorfismo sexual aparente.
Os juvenis são distintos de indivíduos adultos, com uma sobrancelha mais encorpada do que no adulto e apresentam distinta coloração creme. Garganta, peito e barriga são brancos. As asas são finamente barradas na cor canela e sua cauda é marrom.

ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

Subespécies

Apresenta duas subespécies:

Alimentação

Geralmente calado, além dos insetos come pequenos frutos, pegos em vôos até a árvore e retornando ao poleiro escolhido.

Reprodução

A população passando pelo Pantanal deve reproduzir-se no Paraguai e Argentina, com suas áreas de invernada na Amazônia Ocidental. Migram a partir do mês de Agosto e reproduzem, Entretanto, somente estudos com anilhamento poderão determinar melhor suas áreas.

Hábitos

Nunca forma bandos, estando solitário ou com outra ave próxima, no máximo. Pousa em galhos visíveis, fios de eletricidade ou de cerca, moirões e outros locais expostos, de onde voa para caçar insetos e retorna ao ponto de saída.

Distribuição Geográfica

Migratório, passa de agosto a outubro para o sul, retornando em março/abril. Nessas ocasiões, pode ser observado em qualquer ambiente. Ocorre em todo o centro-oeste, penetrando nas cidades em seus movimentos. Pode ser observado por alguns dias, antes de recomeçar a jornada. A população passando pelo Pantanal deve reproduzir-se no Paraguai e Argentina, com suas áreas de invernada na Amazônia Ocidental. Entretanto, somente estudos com anilhamento poderão determinar melhor suas áreas.

Referências

Galeria de Fotos